Mons. Hélio Maranhão
Ten-Cel QOCPM, Capelão-Chef e do SAR\PMMA
O Padre Astolfo Serra, no seu Aprazível Guia Histórico e Sentimental de São Luís, diz que “isto aqui é a Atenas Brasileira”. É verdade, sim, pois, São Luís, mesmo atingida pela desordem do tempo que futibolizou a mentalidade popular, ainda possui, felizmente, um extraordinário apego às suas tradições históricas e sentimentais.
A mesma alma romântica dos séculos passados, afirma o Padre Astolfo Serra, revive nela, pois qualquer estudante fedelho fala de improviso, faz citações clássicas, escreve versos e declama poemas. Nos bancos de avenidas, nos jardins, nos bares e cafés, há, infalivelmente, um grupo de jovens, discutindo temas literários. Formam-se grêmios. Criam-se centros de estudos e debates. Abrem-se academias-mirins. Publicam-se jornalzinhos. E diz mais ainda. É curioso, numa evocação bonita, homens de jornal, velhos professores, intelectuais veteranos, reúnem-se, quase diariamente, aqui e ali, em pontos românticos da cidade, em conversas interessantíssimas, em que se de batem assuntos da mais alta relevância intelectual. E esses pendores vão mais além, bem mais longe, dando vida às reuniões dos conhecidos boêmios da cidade que passam noites inteiras em farras monumentais, onde muito se bebe e se fala e muito se discute.
Além destes aspetos, São Luís oferece outras maiores curiosidades. E continua o Padre Astolfo Serra. É preciso ter olhos para ver e admirar. Se o turista chega e toma o automóvel ou o bonde (naquele tempo havia bondes em São Luís) e dá um passeio, para ver a cidade, sem ninguém acompanhá-lo, não vai ver nada. Achará tudo monótono e insosso.
São Luís tem algo de sagrado e de imperdível. É preciso, pois, descobrir nos seus bairros, nas ruas e nos seus palácios de pedras e azulejos ou em suas igrejas seculares ou em suas fontes antigas, a sua história, ainda viva, verde e verdadeira. É preciso, pois, descobrir a alma da cidade que ainda palpita em São Luís. Se o turista ou viajante tem alma ardente e encontra um entendido nas coisas da terra, então a visita se transformará em esplêndida jornada milagrosa. Na Academia Maranhense de Letras (AML), no Ensino fundamental, no Segundo Grau, nos Centros literários, nas Faculdades, nas Universidades, haverá sempre um intelectual, um professor, um aluno graduado que poderá revelar ao visitante a cara nova da velha cidade de São Luís do Maranhão.
O Padre Astolfo Serra, em seu Guia Histórico e Sentimental, nos mostra, assim, a cara de ontem que é a mesma cara de sempre, pois São Luís é sempre o que foi e será sempre o que é – a cidade dos prosadores, poetas e cantores. Isto aqui é verdadeiramente a Atenas Brasileira.
A mesma alma romântica dos séculos passados, afirma o Padre Astolfo Serra, revive nela, pois qualquer estudante fedelho fala de improviso, faz citações clássicas, escreve versos e declama poemas. Nos bancos de avenidas, nos jardins, nos bares e cafés, há, infalivelmente, um grupo de jovens, discutindo temas literários. Formam-se grêmios. Criam-se centros de estudos e debates. Abrem-se academias-mirins. Publicam-se jornalzinhos. E diz mais ainda. É curioso, numa evocação bonita, homens de jornal, velhos professores, intelectuais veteranos, reúnem-se, quase diariamente, aqui e ali, em pontos românticos da cidade, em conversas interessantíssimas, em que se de batem assuntos da mais alta relevância intelectual. E esses pendores vão mais além, bem mais longe, dando vida às reuniões dos conhecidos boêmios da cidade que passam noites inteiras em farras monumentais, onde muito se bebe e se fala e muito se discute.
Além destes aspetos, São Luís oferece outras maiores curiosidades. E continua o Padre Astolfo Serra. É preciso ter olhos para ver e admirar. Se o turista chega e toma o automóvel ou o bonde (naquele tempo havia bondes em São Luís) e dá um passeio, para ver a cidade, sem ninguém acompanhá-lo, não vai ver nada. Achará tudo monótono e insosso.
São Luís tem algo de sagrado e de imperdível. É preciso, pois, descobrir nos seus bairros, nas ruas e nos seus palácios de pedras e azulejos ou em suas igrejas seculares ou em suas fontes antigas, a sua história, ainda viva, verde e verdadeira. É preciso, pois, descobrir a alma da cidade que ainda palpita em São Luís. Se o turista ou viajante tem alma ardente e encontra um entendido nas coisas da terra, então a visita se transformará em esplêndida jornada milagrosa. Na Academia Maranhense de Letras (AML), no Ensino fundamental, no Segundo Grau, nos Centros literários, nas Faculdades, nas Universidades, haverá sempre um intelectual, um professor, um aluno graduado que poderá revelar ao visitante a cara nova da velha cidade de São Luís do Maranhão.
O Padre Astolfo Serra, em seu Guia Histórico e Sentimental, nos mostra, assim, a cara de ontem que é a mesma cara de sempre, pois São Luís é sempre o que foi e será sempre o que é – a cidade dos prosadores, poetas e cantores. Isto aqui é verdadeiramente a Atenas Brasileira.
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